miércoles, 21 de agosto de 2013

Palabras para Ofélia




"Eu tenho uma espécie de dever, de dever de sonhar, de sonhar sempre, pois sendo mais do que uma espectadora de mim mesma, eu tenho que ter o melhor espetáculo que posso. E assim me construo a ouro e sedas, em salas supostas, invento palco, cenário, para viver o meu sonho entre luzes brandas e músicas invisíveis".



Ofélia soñó, soñó su deber de soñar, soñar lo inaccesible. O esa impresión puede quedar tras la lectura de las Cartas de Amor de Fernando Pessoa e Ofélia Queiroz, Edición de Manuela Parreira da Silva, Assírio & Alvim, ISBN: 978-972-0-79510-2, 2012, que, si os gusta el género epistolar, os recomiendo.




©Índigo – 2013 (nuria p. serrano), de este juego con la imagen de la portada y contraportada del libro ©Manuela Parreira da Silva, © Manuela Nogueira, ©Porto Editora, 2012.